sexta-feira, 23 de julho de 2021

O que o rap tem a dizer sobre o extermínio da juventude negra, pobre e periférica? (FGV)

Olá, pessoal.

Socializo o meu artigo intitulado O que o rap tem a dizer sobre o extermínio da juventude negra, pobre e periférica?, publicado na revista Mosaico (FGV). Para baixá-lo, clique aqui.





terça-feira, 20 de julho de 2021

Falafrio (Vulgo Elemento)


 Falafrio


Corpo quente, tempo frio... 

Café morno

Calafrio...

 

Cala frio...

 

Falafrio...

 

Fala frio...


(Vulgo Elemento)



terça-feira, 6 de julho de 2021

Debates da Quarentena: elementos para reflexões no Serviço Social



Fruto do projeto Ciclo de Lives do Serviço Social, realizado em 2020, pelo curso de Serviço Social da Universidade Estadual de Maringá (UEM), compartilho com vocês o livro Debates da Quarentena: elementos para reflexões no Serviço Social, organizado pelas Profas. Dras. Claudiana Tavares da Silva Sgorlon e Vanessa Rombola Machado. Trata-se de uma coletânea de artigos dos/as autores/as que participaram do projeto. Dentre os trabalhos, consta o texto de minha autoria, intitulado Um debate sobre arte e racismo na atualidade. Agradeço a todos/as os/as envolvidos/as nessa importante produção, em especial, à companheira, Claudiana Tavares da Silva Sgorlon, pela atenção e parceria!

Para baixar o livro, clique aqui.

sexta-feira, 25 de junho de 2021

Mãe é Deus - Vulgo Elemento

 


Mãe é o quê?

A gente carrega a vida dentro da própria vida...

Sente enjoo, dor, solidão, amor, mas também sentimos outras coisas que a sociedade condena, e eu não tô a fim de ser moralmente presa...

Mãe é Deus, porque a gente faz loucura na terra; a gente vira uma fera, pra defender a nossa cria, pois:

Ele é meu filho! Ela é minha filha! Veio daqui, ó, de dentro...”.

A gente se personifica... A gente ama igual a Deus...

A gente se coloca de frente com a morte, para o nosso filho não ir embora...

A gente se desespera. Grita. Berra. Exagera. Está pra nascer quem decifra...

Mãe é Deus...

Mãe é Deus, porque muitos não acreditam na gente, seja por causa da nossa força ou fragilidade.

Aparência de mãe é mística, crítica, política.

Estamos presentes mesmo não estando por perto.

Cada mãe é de um jeito, eu sei, e isso não é um problema.

Mãe é solo, mãe é colo, mãe é adotiva, mãe é homoafetiva, mãe é biológica, mãe é plural, mãe é do coração...

Mãe é Deus...

Mesmo a mãe que perde o seu filho, continua sendo mãe; filho não morre na memória.

Mãe continua sendo Deus.

A gente tá presente, mesmo que na simbologia.

Mãe é Deus, porque, às vezes, é esquecida, e muitos não têm fé na gente...

Mãe é Deus, mas precisamos de cuidados também, viu?!

Mãe é Deus...

Mãe é Deus...

---

Poesia inspirada em um potente diálogo com Júnia Costa sobre maternagem, ao ouvi-la dizer: “[...] Mãe é Deus, porque a gente faz loucura na terra”. A partir daí, com base em sua simbologia e afeto, me senti profundamente tocado, e o que fiz foi simplesmente deixar que os versos ramificassem para o papel...


terça-feira, 15 de junho de 2021

I Seminário sobre Arte e Serviço Social da Unifesp, campus Baixada Santista - 2021


Olá, pessoal. 

Manifesto aqui os meus agradecimentos a todos/as que participaram do I Seminário sobre Arte e Serviço Social da Unifesp, campus Baixada Santista, realizado pelo Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Vivências Artísticas, Culturais e Periféricas, nos dias 10, 17 e 24 de abril de 2021. 

Agradeço aos participantes do Grupo, à comissão organizadora, às relatoras, aos/às profissionais que participaram das mesas, ao curso de graduação em Serviço Social e ao curso de pós-graduação em Serviço Social e Políticas Sociais da Unifesp, e a todos/as que assistiram ao Seminário! 

As mesas podem ser acessadas clicando AQUI.


sexta-feira, 7 de maio de 2021

A escuta dos silêncios: o atendimento às crianças e aos adolescentes envolvidos em situação de violências (Serviço Social & Saúde - Unicamp)

Olá, pessoal.

Compartilho com vocês o meu artigo A escuta dos silêncios: o atendimento às crianças e aos adolescentes envolvidos em situação de violências, publicado na revista Serviço Social & Saúde, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Para baixá-lo, clique aqui.










sábado, 17 de abril de 2021

I Seminário sobre Arte e Serviço Social da Unifesp, campus Baixada Santista - Mesa III e IV

Olá, pessoal.

Para quem não acompanhou o segundo dia do I Seminário sobre Arte e Serviço Social da Unifesp, campus Baixada Santista, segue os links para visualização:

Mesa 3  - Como fazer?: Técnicas e estratégias mediadas pela arte

Karina Marques da Silva - Histórias que curam e tecem vidas: uma reflexão sobre a contação de histórias para o trabalho com famílias na Política de Assistência Social

Márcia Panda - Jogos teatrais: a arte de intervir na realidade

Link: clique aqui.

Mesa 4 - Territorialidades periféricas e suas expressões artísticas em tempos de pandemia

Daniel Péricles Arruda - O rap, a palavra e a escuta: refletindo subjetividades periféricas

Rodrigo Aparecido Diniz - Trajetórias e territorialidades periféricas na arte de Carolina Maria de Jesus: algumas pistas sobre as sociabilidades ordinárias

Link: clique aqui.

As próximas mesas acontecerão no dia 24/04/21.

Informações: clique aqui.









quarta-feira, 14 de abril de 2021

Grupo de Estudos Afro-brasileiros (Geab): reflexões sobre a educação das relações étnico-raciais (@rquivo Brasileiro de Educação - PUC Minas)

Entendo ser importante registrar vivências e compartilhar aprendizados... Por isso, socializo com vocês o meu artigo chamado Grupo de Estudos Afro-brasileiros (Geab): reflexões sobre a educação das relações étnico-raciais, publicado na revista @rquivo Brasileiro de Educação da PUC Minas. Para baixar o artigo, clique aqui.






segunda-feira, 12 de abril de 2021

I Seminário sobre Arte e Serviço Social da Unifesp, campus Baixada Santista - Mesa I e II

 Olá, pessoal.

Socializando as fotos e os links do I Seminário sobre Arte e Serviço Social da Unifesp, campus Baixada Santista.

Mesa 1 - Discutindo formas de resistência por meio da arte

Amanda Rocha de Oliveira - Do sangue à fúria: a poesia como resistência lésbica

Mariane Suzze Pereira - O samba como expressão dialética de valores na sociabilidade brasileira na década de 1970: conformismo e resistência

Link: clique aqui.

Mesa 2 - Arte como cuidado

Ana Carolina de Freitas - A arte-educação e redução de danos: o consultório de rua de Belo Horizonte e a ampliação da vida

Felipe Augusto - Arte e saúde mental: atos e relatos de experiência

Link: clique aqui.

As próximas mesas acontecerão nos dias 17 e 24/04/21.

Informações: clique aqui.








quinta-feira, 8 de abril de 2021

I Seminário sobre Arte e Serviço Social da Unifesp, campus Baixada Santista

 


Em razão do grande número de interessados, o Seminário será transmitido no Youtube (Clique aqui). O certificado será disponibilizado somente para aqueles que participarem da atividade online, mediante assinatura da lista de presença! Desse modo, não é necessário fazer inscrição. Informações: seminarioarteeservicosocial@gmail.com



quinta-feira, 1 de abril de 2021

Situações das Pessoas - Vulgo Elemento

 Situações das Pessoas

Pessoas em situação de rua

Pessoas em situação de casa

Pessoas em situação de marquise

Pessoas em situação de estrada

 

Pessoas em situação de sofrimento

Pessoas em situação de calçada

Pessoas em situação de desespero

Pessoas em situação de praça

 

Pessoas em situação de riqueza

Pessoas em situação de alegria

Pessoas em situação de pobreza

Pessoas em situação de ira

 

Pessoas em situação de escuta

Pessoas em situação de palavra

Pessoas em situação de fala

Pessoas em situação de calma

 

Pessoas em situação de rancor

Pessoas em situação de clamor

Pessoas em situação de dor

Pessoas em situação de amor

 

Pessoas em situação de pessoa...


(Vulgo Elemento)

segunda-feira, 22 de março de 2021

I Seminário sobre Arte e Serviço Social da Unifesp, campus Baixada Santista

 I Seminário sobre Arte e Serviço Social da Unifesp, campus Baixada Santista

(Clique na imagem para ampliá-la)

Inscrições: clique aqui.

Informações ou dúvidas: seminarioarteeservicosocial@gmail.com

quinta-feira, 11 de março de 2021

Dimensões Subjetivas do Racismo Estrutural (ABPN)

Olá, pessoal!

Socializo o meu artigo Dimensões Subjetivas do Racismo Estrutural, publicado na revista da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN).

Para baixá-lo, clique aqui.

Clique na imagem para ampliá-la.







quinta-feira, 4 de março de 2021

"sua arte não é a quantidade de pessoas..." (Rupi Kaur)


sua arte
não é a quantidade de pessoas
que gostam do seu trabalho
sua arte 
é
o que seu coração acha do seu trabalho
o que sua alma acha do seu trabalho
é a honestidade
que você tem consigo
e você
nunca deve 
trocar honestidade
por identificação

- a todos vocês poetas jovens

(Rupi Kaur)

 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Live de lançamento do livro "O juvenicídio brasileiro: racismo, guerra às drogas e prisões", da Profa. Dra. Andréa Pires Rocha (UEL).

 (Clique na imagem para ampliá-la)

Para acessar a atividade, é só clicar aqui.

Homenagem à professora Débora David

 


... A gente sabe que a vida é curta, um sopro. Por vezes, uma estrada longa ou um piscar de olhos... Talvez a vida não tenha tamanho, mas histórias, memórias, sentimentos... Na vida, cada um tem o seu valor especial...

Essas são algumas reflexões que me surgem ao pensar na assistente social e docente Débora David, que nos deixou recentemente. Débora foi minha professora na PUC Minas: corajosa, responsável, comprometida com o Serviço Social, tanto na formação quanto na atuação. De suas aulas, ensinamentos que me acompanham até hoje, ficaram as discussões sobre o trabalho com grupos, o manejo e a escuta, a relação entre teoria e prática, seus relatos de experiência, que eram muitos...

A sua passagem contribui para a formação de vários assistentes sociais e a sua trajetória foi luz no caminho de muitos...

Com carinho, aos familiares e amigos!

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Publicações da revista Argumentum (Ufes)

 Olá, pessoal!

Socializo com vocês o artigo da Profa. Dra. Andrea Pires Rocha intitulado Segurança e Racismo como Pilares Sustentadores do Estado Burguês.

A convite de Andrea, foram elaborados outros dois textos interlocutores, um de Elaine Cristina Pimentel Costa: A Segurança Pública a partir de Lentes Interseccionais sobreRaça, Classe e Gênero e o outro, de minha autoria: Sujeitos Periféricos como Metáfora da Violência: Reflexõesa partir da Música O Bagulho é Doido, do Rapper MV Bill.

Os três trabalhos foram publicados na revista Argumentum, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

Registro aqui a minha estima e os agradecimentos às Profas. Andrea e Elaine pela oportunidade de compor essa tríade reflexiva.



sábado, 19 de dezembro de 2020

Porque o racismo existe - Vulgo Elemento


Porque o racismo existe

O racismo machuca, corta a pele, invade a nossa mente e causa perturbação...

Gente, isso não é coisa da nossa cabeça!

Ao contrário, o racismo parte da cabeça do sujeito racista, e nos atinge como uma flecha.

Às vezes, o corpo até arrepia, né?! Os olhos ficam marejados, dá vontade de chorar, né?!

Sabem por quê? Porque estamos falando das nossas raízes!

Somos povo, memória, glória... Somos ancestralizados e marcados pela história... Somos presente e lutamos por um mundo melhor.

Mas o racismo nos coloca como feios, burros, inúteis, preguiçosos, inferiores, incapazes, inexistentes, matáveis, doentes, invisíveis, mentirosos e desprezíveis...

Duvidam das nossas narrativas sobre o racismo, como se fôssemos culpados do racismo que sofremos: “A culpa é sua. Quem mandou ser preto?!”.

Não coloquem na minha conta, essa culpa. Não vou pedir desculpas.

Vejam esse caso: Jovem negro e periférico, ao sair de casa, diz:

- “Bênção, mãe! Tô saindo!”

A mãe, por sua vez, responde:

- “Meu filho! Pelo amor de Deus, volte vivo. Volte vivo, porque você é tudo o que eu tenho. Se eu te perder, eu me perco também.”

Falas de mãe mexem comigo. Voz de mãe preta é voz de África, e não podemos nunca nos esquecer disso.

Temos o direito e o desejo de sair sem morrer, de passar pelo outro, na mesma calçada, sem que o medo imponha desvios. De respirar sem sermos estrangulados e asfixiados, nas praças, nos supermercados e, até mesmo, dentro de casa.

Alimentemo-nos da chama da justiça e da felicidade, considerando uma simples e importante questão:

Se o racismo atua até pelo ar, de qual outra maneira, mais, poderá nos afetar?




 

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Chamada: Prazer, Coringa!

 Contagem regressiva para o lançamento do Lyric Video: Prazer, Coringa!


(Clique na imagem para ampliá-la)




quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Racismo Estrutural: enfrentamento transdisciplinar antirracista - Instituto Langage

 Racismo Estrutural: enfrentamento transdisciplinar antirracista - Instituto Langage

Apresentação do artigo Sobre a procura de um/a analista negro/a: psicanálise e relações étnico-raciais.

(Clique nas imagens para ampliá-las)






quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Personalidades Negras - Mulheres e Homens Negros Invisibilizados no Brasil

Socializando o resultado do edital 𝐏𝐞𝐫𝐬𝐨𝐧𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐍𝐞𝐠𝐫𝐚𝐬 - 𝐌𝐮𝐥𝐡𝐞𝐫𝐞𝐬 𝐞 𝐇𝐨𝐦𝐞𝐧𝐬 𝐍𝐞𝐠𝐫𝐨𝐬 𝐈𝐧𝐯𝐢𝐬𝐢𝐛𝐢𝐥𝐢𝐳𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐧𝐨 𝐁𝐫𝐚𝐬𝐢𝐥 – Selo Sueli Caneiro, editora Jandaíra, com curadoria de Djamila Ribeiro. 

E é com alegria que estou entre os/as autores/as cujos trabalhos foram selecionados. Agradeço aos organizadores do edital e, em especial, ao King Nino Brown por compartilhar sua história de vida e sua trajetória artística e militante para que eu pudesse escrever o artigo aprovado: 𝐃𝐨 𝐌𝐨𝐯𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐒𝐨𝐮𝐥 à 𝐂𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐇𝐢𝐩-𝐇𝐨𝐩: 𝐚 𝐭𝐫𝐚𝐣𝐞𝐭ó𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐊𝐢𝐧𝐠 𝐍𝐢𝐧𝐨 𝐁𝐫𝐨𝐰𝐧.⁣

(Clique nas imagens para ampliá-las)






quarta-feira, 25 de novembro de 2020

III Simpósio: Educação Popular, a construção e desenvolvimento de práticas educacionais (GAPAF - UNESP Franca/SP)

III Simpósio: Educação Popular, a construção e desenvolvimento de práticas educacionais, promovido pelo grupo de extensão Grupo de Alfabetização Paulo Freire (GAPAF), UNESP-Franca, SP

Conferência: "A arte como experiência sensível: cultura, educação e juventudes periféricas"

---

"[...] O palhaço para os jovens periféricos pode ser uma figura muito importante. Por quê? Muitas pessoas pensam que o palhaço para eles tem a ver (somente) com a criminalidade. Ao trabalhar com os jovens fui percebendo outras leituras: como a infância, como aqueles que nunca foram ao circo, como aqueles que recordam de um brinquedo que quebrou, como a referência do pai...”











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